quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Entre nadar e morrer de sede

Nos últimos três meses a região sul do Brasil sofreu demasiadamente com as chuvas. Foram três meses de chuvas torrenciais que causaram danos nas lavouras, enchentes, muita gente desabrigada, muita casa destelhada e, claro, algumas vítimas fatais. O Rio Grande do Sul e Santa Catarina, mais precisamente, foram os principais alvos desse deságue dos céus. Pois bem, temos o problema: a água.

As chuvas passam, as pessoas retomam suas vidas – ou tentam retomar -, tudo volta ao normal.

Passaram-se mais alguns meses e surgem as, tão conhecidas, secas. Essa estiagem que destrói a lavoura, causa transtornos população com constantes racionamentos de água, deixa todo mundo rezando por uma chuvinha. Pois bem, temos aí o novo – ou será o mesmo? - problema: a falta de água.

Não preciso nem terminar esse texto para dizer aonde quero chegar, posso parar por aqui. Todo mundo já sabe qual é – ou quem é, ou talvez, onde está - o verdadeiro problema. Se alguém ainda não matou a charada, vou deixar duas dicas: não é a água e nem a falta da água. Ficou fácil, não é?

Sério, chega de ficar alternando entre "água na sala" e "torneira seca". Isso já encheu o saco!

3 comentários:

Roger disse...

Coisas de páis de terceiro mundo.

Eduardo disse...

Cara, belo título. Sintetiza bem a situação. Não temos mais meio termo. E seca ou enchente.

Danusa disse...

Bem lembrado,daqui a poco começa a esquentar, começa o verão e começa e falta água. Aí a pergunta: pra onde foi toda essa água?